MOUNJARO FALSIFICADO PREOCUPA AUTORIDADES E BOATO SOBRE “NOVA DOENÇA” VIRALIZA NAS REDES

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O aumento da circulação de canetas falsificadas do Mounjaro tem colocado autoridades de saúde em estado de alerta e levantado uma onda de dúvidas entre os brasileiros. Nos últimos dias, mensagens compartilhadas nas redes sociais passaram a afirmar que o medicamento adulterado estaria provocando uma “nova doença”, mas essa informação não foi confirmada por nenhum órgão oficial.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já determinou a apreensão de lotes falsificados do medicamento após identificar irregularidades comunicadas pela fabricante. Segundo o órgão, produtos adulterados podem conter substâncias desconhecidas, estar contaminados ou até não possuir o princípio ativo indicado na embalagem, colocando a saúde dos pacientes em risco.

Embora a falsificação seja uma preocupação real, especialistas reforçam que não existe, até o momento, qualquer evidência científica de que uma nova doença esteja surgindo em decorrência do uso dessas canetas. O maior perigo está justamente no consumo de medicamentos de origem desconhecida, adquiridos fora de farmácias autorizadas ou sem a devida procedência.

Diante da repercussão do assunto, a principal recomendação é que os consumidores adquiram o Mounjaro apenas em estabelecimentos regularizados, com nota fiscal e prescrição médica. Em tempos de desinformação, verificar a origem das notícias e dos medicamentos é uma medida essencial para proteger a saúde e evitar que boatos causem ainda mais preocupação.

Fonte: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Eli Lilly and Company e apuração do Conexão Alagoas.

Foto: Divulgação/Eli Lilly